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Piteira
e o Gutalax |
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Em
uma viagem de visita aos médicos da cidade
de Óbidos no Baixo Amazonas, então
após terminar o trabalho nesta cidade
teríamos que nos dirigir a cidade de
Oriximiná e geralmente esta viagem acontecia
pela madrugada, nesta hora praticamente todo
mundo está dormindo, o nosso amigo já
falecido Piteira aproveitando o silêncio
da hora colocou em todas as garrafas da geladeira
do hotel gotas do produto Gutalax, vocês
podem imaginar o que ocorreu com tal atitude,
no dia seguinte em Oriximiná soubemos
que todos já sabiam quem era o irresponsável
que tinha cometido tal desatino e ficou jurado
pelos colegas de não poder se hospedar
com mais ninguém, o que não ocorreu,
pois foi perdoado por ser uma figura folclórica
entre os colegas. |
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Colaboração
enviada em: 20. fev. 2006
Jocivaldo de Lima - jlimasc@bol.com.br
- Celular: 8827-9826
Empresa: J.Lima S/C Ltda. |
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Piteira
e a Freira |
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Na
época em que eu era viajante e trabalhava
no Laboratório Roche, ocorreu um fato
curioso, aliás, mais um fato envolvendo
o querido colega (falecido) Piteira. Em uma
viagem para visitar os médicos na cidade
de Santarém-PA. Aonde ia eu e mais três
colegas de profissão e entre eles o nosso
amigo Piteira.
Quando nos dirigíamos para entrar no
avião, sem querer o mesmo pisou na batina
de uma freira, pediu desculpa à mesma,
mas que pelo gesto não aceitou, então
nosso amigo fez questão de sentar ao
lado da irmã de caridade, desconfiamos
que alguma coisa fosse acontecer naquele vôo,
pois o mesmo não levava desaforo, de
repente após o complemento do serviço
de bordo ser completado e ao mesmo foi servida
uma salada de frutas que sugou da forma mais
mal educada e nojenta possível, e logo
depois em forma de vômito colocou no saco
destinado ao mesmo (vômito) e depois voltou
a engolir a referida salada de fruta, fazendo
com que a irmã de caridade o chamasse
de imundo e nojento e pedisse para que a comissária
a trocasse de lugar e depois o mesmo nos confidenciou
que tinha feito de propósito por não
gostar de freira. |
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Colaboração
enviada em: 20. fev. 2006
Jocivaldo de Lima - jlimasc@bol.com.br
- Celular: 8827-9826
Empresa: J.Lima S/C Ltda. |
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Ei
Senhor! |
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Numa
sexta-feira, voltava-mos de uma reunião
em Recife, nessa época trabalhava na
Boehringer e as aeronaves que faziam esse trecho
pinga-pinga do Nordeste até Manaus eram
do tipo Air-Bus.
Pois bem, depois de uma semana cansativa onde
apesar de estar-mos hospedados em um hotel na
praia (praia de Maria Farinha) não tivemos
tempo nem de pisar na areia.
O nosso gerente Fernando, durante o vôo
comentava que sua filha Fernanda estaria aniversariando
no sábado e que devido à reunião
puxada não tivera tempo de comprar uma
lembrancinha sequer para sua filha querida,
foi ai então que o Arlindo deu como sugestão
que desse um “tapa” no jogo de talheres
que fôra servido no jantar.
Estávamos sentados juntos: eu, Arlindo,
Fernando e logo ao lado nas poltronas do meio
o Fred de Manaus e o Nicolau (bicho folharal),
todos sem exceção botaram pilha
para que ele trouxesse os talheres e desse de
presente, já que eram muito bonitos,
época boa, serviam os jantares no vôo
com talheres tipo de prata.
O Fernando era um cara sério, honesto,
ponderou que não tinha coragem de fazer
isso, pois não era correto, mas, depois
de tanto falatório de que era comum trazer
lembranças da aeronave, o Arlindo citou
até que já tinha trazido o colete
inflável que ficava embaixo da poltrona,
ele começou a fraquejar e não
deu outra, acabou colocando os talheres na sacola
do Mucossolvan enrolado em um lenço de
papel, para não fazer barulho.
Depois que a aeronave deixou São Luis,
ele ainda tentou devolver os talheres, mas foi
vencido pelos nossos “argumentos”
de que já era tarde a aeromoça
já tinham se recolhido.
Bem próximo a Belém, o Arlindo
pra botar mais lenha fala:
- Fernando o perigo é quando se passa
pela porta da aeronave. Lá tem um detector
de metal, mas fica tranqüilo que a gente
dá um jeito, diz que é a fivela
do sinto ou as moedas no nosso bolso que fez
disparar o alarme.
O Fernando quase entra em desespero, mas não
tinha jeito.
Quando a aeronave pousou e caminhava-mos no
corredor para sair, o desespero e o medo transformaram
o Fernando ele se tremia todo, pense num cara
apavorado, com medo de ser pego roubando talheres.
Passamos pela porta e o tal alarme não
tocou pra ele foi um alivio até sorriu
e continuamos a descer as escadas (nessa época
era com escadas). Mas o Fernando tinha um joelho
“podre” já quase no último
degrau da escada a aeromoça lá
de cima da porta da aeronave grita:
- Ei senhor!
O Fernando ao girar o corpo para ver quem o
chamava, o joelho “podre” não
agüentou seu peso ai ele tropeçou
e caiu se esborracahndo no chão, a sacola
do Mucosolvam rasgou e os talheres se espalharam,
todo mudo correu para acudi-lo e ele gritando:
- Pega os talheres, pega os talheres, pelo amor
de Deus.
Ninguém agüentou, foi a maior risada.
Estávamos realmente preocupado com ele
e ele gritando pelos talheres.
Depois de tudo isso, ficamos sabendo que o “Ei
senhor”, nem era pra ele e sim para um
outro senhor que tinha esquecido um livro no
encosto da poltrona.
Apesar de tudo e do susto ele levou os talheres
e a Fernanda ganhou o seu presente.
Depois em nossas reuniões ele era chamado
carinhosamente de “Ei senhor”. |
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Colaboração
enviada em: 20. fev. 2006
Celso Lobo - celso@propagandista.com
- Celular: 8856-8797
Empresa: GlaxoSmithKline |
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O
Jogador |
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Sempre
soube que não era um grande jogador de
futebol, porem quando criança, dava meus
pulos, afinal a bola sempre era minha, mas quando
grande, estranhava do porque, que era convidado
para partidas de futebol somente a primeira
vez, a exemplo, quando entrei no Banco Mercantil
de São Paulo em 1989, e lá tinha
um jogo certo aos sábados, porem só
ficava sabendo do resultado na segunda-feira
seguinte, pois na sexta-anterior, só
ouvia os cochichos pelos cantos.Tudo bem.
A confirmação do meu "Grande
Futebol" só se deu quando em uma
partida realizada em um clube em Castanhal,
pelo Ache, onde em meu time estava nada mais
nada menos, que um dos homes mais "Bruto",
"Açai de 10" (grosso), que
já conheci. Tratava-se de meu Gerente
Regional, na época, Manoel.
Manoel, era uma pessoa ímpar dentro do
Ramo Farmaceutico. Era dessas pessoas que agente
só esquece quando morre. Quem é
da antiga, já ouviu falar nele. Demitia
seus colaboradores por muita pouca coisa, geralmente
sem razão. Um "Tonhinho da vida".
Pois bem, para finalizar minha história,
quando começou o jogo lá em Castanhal,
o Manoel (antes Seu Manoel), cruzou uma, duas
e trez vezes para mim, e todas só acertava
minhas costas, foi então que ele parou
o jogo, me deu uma "escrotiada" daquela
e me mandou para o time adversário e
inverteu com o menlhor jogador do outro time.
Depois, disso, aposentei de vez meu Ki-chute,
e prefiro tomar uma "Gelada" e rir
dos Renatos, Maoel e outros mais da vida. |
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Colaboração
enviada em: 23. mar. 2006
Renato Pontes - renatopontes.ache@terra.com.br
- Celular: 8835-8047
Empresa: Aché Laboratórios Farmacêuticos
S/A |
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Alma Lavada |
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Para preservar a identidade do médico, não citarei seu nome. Em uma tarde de Outubro, Eu e o Ayrton (Ache), estávamos em um consultório, quando o médico nos chamou para adentrar em sua sala.
Como eu já tinha falado com o ele pela manhã, somente o Ayrton entrou. Nesse momento, um paciente (Impaciente), com toda a educação, dessa obtida na Europa (Estrebaria de Coimbra), dirigiu-se a secretária questionando a entrada do representante em sua vez. A moça informou que foi o médico quem mandou o rapaz entrar e que em poucos minutos ele seria atendido. A discussão continuou por alguns minutos. Ele rotulou a atitude do Doutor como uma mulecagem e que se o representante não saísse da sala logo, ele iria cancelar sua consulta. A secretaria interfonou para o médico e contou toda a situação e segundo o Ayrton, ouviu o médico atender o interfone e em tom bravo, falou que se o paciente quisesse ele poderia ir embora.
Em aproximadamente 05 minutos, o Doutor juntamente com o Ayrton, saíram da sala e foi quando surpreendentemente, o médico dirigiu-se a todos os pacientes presentes e falou que o representante estava a trabalho e que sua presença fazia parte da rotina médica.
O "Cavalo" levantou-se e em voz alterada, repetiu, agora para o médico, que aquilo era uma "mulecagem" e que ele estava chateado com a situação. Nesse momento o médico ficou transtornado quando ouviu o paciente o chamar de "muleque" e mandou que o mesmo se retirasse de seu consultório e o ameaçou, dizendo que se não saísse chamaria a Policia. O bate boca quase culminou em uma briga física, porem o " Cavalo e muleque" refugou e desapareceu.
Eu e o Ayrton ficamos pasmos com a situação e quase sem acreditar, fomos embora com a maior moral possível.
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Colaboração
enviada em: 19. nov. 2006
Renato Pontes - pontesrs@uol.com.br
Empresa: Ache |
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