FUNDADO em 24 de Março de 1964
Rua Deodoro de Mendonça, 332 São Braz - Belém-PA - CEP: 66090-150
Fone: (91) 3246-5306 - Fax: (91) 3246-7754 - sinprofar@propagandista.com
Categoria Profissional Diferanciada Regulamentada pela Lei nº 6.224 de 14.07.1975
Histórias de Colaboradores
 
  Serviço posto a disposição no Ar em 10 de fevereiro de 2005 - 16:00hs
     
  - Piteira e o Gutalax - Por Jucivaldo Lima  
  - Piteira e a Freira - Por Jucivaldo Lima  
  - Ei Senhor! - Por Celso Lobo  
  - O Jogador - Por Renato Pontes  
  - Alma Lavada - Por Renato Pontes  
     
 
   
 
   
 
   
   
   

© Todo os Direitos reservados a Celso Lobo - celso@propagandista.com- Fones: (91) 8856-8797 - 3231-7246

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Histórias de Colaboradores
 
     
Piteira e o Gutalax  
-
Em uma viagem de visita aos médicos da cidade de Óbidos no Baixo Amazonas, então após terminar o trabalho nesta cidade teríamos que nos dirigir a cidade de Oriximiná e geralmente esta viagem acontecia pela madrugada, nesta hora praticamente todo mundo está dormindo, o nosso amigo já falecido Piteira aproveitando o silêncio da hora colocou em todas as garrafas da geladeira do hotel gotas do produto Gutalax, vocês podem imaginar o que ocorreu com tal atitude, no dia seguinte em Oriximiná soubemos que todos já sabiam quem era o irresponsável que tinha cometido tal desatino e ficou jurado pelos colegas de não poder se hospedar com mais ninguém, o que não ocorreu, pois foi perdoado por ser uma figura folclórica entre os colegas.
Colaboração enviada em: 20. fev. 2006
Jocivaldo de Lima
- jlimasc@bol.com.br - Celular: 8827-9826
Empresa: J.Lima S/C Ltda.
 
 
   
   
-
Piteira e a Freira  
-
Na época em que eu era viajante e trabalhava no Laboratório Roche, ocorreu um fato curioso, aliás, mais um fato envolvendo o querido colega (falecido) Piteira. Em uma viagem para visitar os médicos na cidade de Santarém-PA. Aonde ia eu e mais três colegas de profissão e entre eles o nosso amigo Piteira.
Quando nos dirigíamos para entrar no avião, sem querer o mesmo pisou na batina de uma freira, pediu desculpa à mesma, mas que pelo gesto não aceitou, então nosso amigo fez questão de sentar ao lado da irmã de caridade, desconfiamos que alguma coisa fosse acontecer naquele vôo, pois o mesmo não levava desaforo, de repente após o complemento do serviço de bordo ser completado e ao mesmo foi servida uma salada de frutas que sugou da forma mais mal educada e nojenta possível, e logo depois em forma de vômito colocou no saco destinado ao mesmo (vômito) e depois voltou a engolir a referida salada de fruta, fazendo com que a irmã de caridade o chamasse de imundo e nojento e pedisse para que a comissária a trocasse de lugar e depois o mesmo nos confidenciou que tinha feito de propósito por não gostar de freira.
 
Colaboração enviada em: 20. fev. 2006
Jocivaldo de Lima
- jlimasc@bol.com.br - Celular: 8827-9826
Empresa: J.Lima S/C Ltda.
 
 
   
-
Ei Senhor!  
-
Numa sexta-feira, voltava-mos de uma reunião em Recife, nessa época trabalhava na Boehringer e as aeronaves que faziam esse trecho pinga-pinga do Nordeste até Manaus eram do tipo Air-Bus.
Pois bem, depois de uma semana cansativa onde apesar de estar-mos hospedados em um hotel na praia (praia de Maria Farinha) não tivemos tempo nem de pisar na areia.
O nosso gerente Fernando, durante o vôo comentava que sua filha Fernanda estaria aniversariando no sábado e que devido à reunião puxada não tivera tempo de comprar uma lembrancinha sequer para sua filha querida, foi ai então que o Arlindo deu como sugestão que desse um “tapa” no jogo de talheres que fôra servido no jantar.
Estávamos sentados juntos: eu, Arlindo, Fernando e logo ao lado nas poltronas do meio o Fred de Manaus e o Nicolau (bicho folharal), todos sem exceção botaram pilha para que ele trouxesse os talheres e desse de presente, já que eram muito bonitos, época boa, serviam os jantares no vôo com talheres tipo de prata.
O Fernando era um cara sério, honesto, ponderou que não tinha coragem de fazer isso, pois não era correto, mas, depois de tanto falatório de que era comum trazer lembranças da aeronave, o Arlindo citou até que já tinha trazido o colete inflável que ficava embaixo da poltrona, ele começou a fraquejar e não deu outra, acabou colocando os talheres na sacola do Mucossolvan enrolado em um lenço de papel, para não fazer barulho.
Depois que a aeronave deixou São Luis, ele ainda tentou devolver os talheres, mas foi vencido pelos nossos “argumentos” de que já era tarde a aeromoça já tinham se recolhido.
Bem próximo a Belém, o Arlindo pra botar mais lenha fala:
- Fernando o perigo é quando se passa pela porta da aeronave. Lá tem um detector de metal, mas fica tranqüilo que a gente dá um jeito, diz que é a fivela do sinto ou as moedas no nosso bolso que fez disparar o alarme.
O Fernando quase entra em desespero, mas não tinha jeito.
Quando a aeronave pousou e caminhava-mos no corredor para sair, o desespero e o medo transformaram o Fernando ele se tremia todo, pense num cara apavorado, com medo de ser pego roubando talheres.
Passamos pela porta e o tal alarme não tocou pra ele foi um alivio até sorriu e continuamos a descer as escadas (nessa época era com escadas). Mas o Fernando tinha um joelho “podre” já quase no último degrau da escada a aeromoça lá de cima da porta da aeronave grita:
- Ei senhor!
O Fernando ao girar o corpo para ver quem o chamava, o joelho “podre” não agüentou seu peso ai ele tropeçou e caiu se esborracahndo no chão, a sacola do Mucosolvam rasgou e os talheres se espalharam, todo mudo correu para acudi-lo e ele gritando:
- Pega os talheres, pega os talheres, pelo amor de Deus.
Ninguém agüentou, foi a maior risada.
Estávamos realmente preocupado com ele e ele gritando pelos talheres.
Depois de tudo isso, ficamos sabendo que o “Ei senhor”, nem era pra ele e sim para um outro senhor que tinha esquecido um livro no encosto da poltrona.
Apesar de tudo e do susto ele levou os talheres e a Fernanda ganhou o seu presente.
Depois em nossas reuniões ele era chamado carinhosamente de “Ei senhor”.
 
 
Colaboração enviada em: 20. fev. 2006
Celso Lobo
- celso@propagandista.com - Celular: 8856-8797
Empresa: GlaxoSmithKline
 
 
   
   
-
O Jogador  
-
Sempre soube que não era um grande jogador de futebol, porem quando criança, dava meus pulos, afinal a bola sempre era minha, mas quando grande, estranhava do porque, que era convidado para partidas de futebol somente a primeira vez, a exemplo, quando entrei no Banco Mercantil de São Paulo em 1989, e lá tinha um jogo certo aos sábados, porem só ficava sabendo do resultado na segunda-feira seguinte, pois na sexta-anterior, só ouvia os cochichos pelos cantos.Tudo bem.
A confirmação do meu "Grande Futebol" só se deu quando em uma partida realizada em um clube em Castanhal, pelo Ache, onde em meu time estava nada mais nada menos, que um dos homes mais "Bruto", "Açai de 10" (grosso), que já conheci. Tratava-se de meu Gerente Regional, na época, Manoel.
Manoel, era uma pessoa ímpar dentro do Ramo Farmaceutico. Era dessas pessoas que agente só esquece quando morre. Quem é da antiga, já ouviu falar nele. Demitia seus colaboradores por muita pouca coisa, geralmente sem razão. Um "Tonhinho da vida".
Pois bem, para finalizar minha história, quando começou o jogo lá em Castanhal, o Manoel (antes Seu Manoel), cruzou uma, duas e trez vezes para mim, e todas só acertava minhas costas, foi então que ele parou o jogo, me deu uma "escrotiada" daquela e me mandou para o time adversário e inverteu com o menlhor jogador do outro time.
Depois, disso, aposentei de vez meu Ki-chute, e prefiro tomar uma "Gelada" e rir dos Renatos, Maoel e outros mais da vida.
 
Colaboração enviada em: 23. mar. 2006
Renato Pontes
- renatopontes.ache@terra.com.br - Celular: 8835-8047
Empresa: Aché Laboratórios Farmacêuticos S/A
 
 
     
   
-
Alma Lavada  
 

Para preservar a identidade do médico, não citarei seu nome.
Em uma tarde de Outubro, Eu e o Ayrton (Ache), estávamos em um consultório, quando o médico nos chamou para adentrar em sua sala.
Como eu já tinha falado com o ele pela manhã, somente o Ayrton entrou. Nesse momento, um paciente (Impaciente), com toda a educação, dessa obtida na Europa (Estrebaria de Coimbra), dirigiu-se a secretária questionando  a entrada do representante em sua vez. A moça informou que foi o médico quem mandou o rapaz entrar e que em poucos minutos ele seria atendido. A discussão continuou por alguns minutos. Ele rotulou a atitude do Doutor como uma mulecagem e que se o representante não saísse da sala logo, ele iria cancelar sua consulta. A secretaria interfonou para o médico e contou toda a situação e segundo o Ayrton, ouviu o médico atender o interfone e em tom bravo, falou que se o paciente quisesse ele poderia ir embora.
Em aproximadamente 05 minutos, o Doutor juntamente com o Ayrton, saíram da sala e foi quando surpreendentemente, o médico dirigiu-se a todos os pacientes presentes e falou que o representante estava a trabalho e que sua presença fazia parte da rotina médica.
O "Cavalo" levantou-se e em voz alterada, repetiu, agora para o médico,  que aquilo era uma "mulecagem" e que ele estava chateado com a situação. Nesse momento o médico ficou transtornado quando ouviu o paciente o chamar de "muleque" e mandou que o mesmo se retirasse de seu consultório e o ameaçou, dizendo que se não saísse chamaria a Policia. O bate boca quase culminou em uma briga física, porem o " Cavalo e muleque" refugou e desapareceu.
Eu e o Ayrton ficamos pasmos com a situação e quase sem acreditar, fomos embora com a maior moral possível.

 
  Colaboração enviada em: 19. nov. 2006
Renato Pontes
- pontesrs@uol.com.br
Empresa: Ache
   
 
 
     
     
 
   
 
   
   
   

© Todo os Direitos reservados a Celso Lobo - celso@propagandista.com- Fones: (91) 8856-8797 - 3231-7246