SINPROFAR - Sindicato dos Propagandistas, Propagandistas Vendedores e Vendedores de Produtos Farmacêuticos do Estado do Pará torna público o REPÚDIO contra o abuso de autoridadealém do crime de discriminação racial e tentativa de extorsão, atos praticados pelospoliciais militares SD PM - Jorge Mendes; CB PM – Marcelo e TEM PM – Nonato contra o nosso colega da classe Rafael da Conceição Gama, pertencente à empresa Aché Laboratórios Farmacêuticos S/A.
No início da noite da quarta-feira passada (28/09/2011), quando retornava para sua residência nosso colega teve seu veículo parado paraaveriguações por uma Guarnição da PM que durante a abordagem após constatar que transportava na mala do veículo amostras grátis, entenderam que não poderia trafegar commedicamentos no veículo. Não obstante haver apresentado a nota fiscal correspondem às amostras, ainda assim foi levado para a Seccional da Sacramente, naquela Seccional se desencadeou sucessivos atos de ilegalidade cometidos pelos PM, tais como, discriminação racial, abuso de autoridade, injuria, calunia, difamação e por fim tentativa de extorsão. Saliente-se que na ocasião o Delegado não estava presente, assim, o caso foi encaminhado para a Seccional de São Braz, que graças à intervenção e o bom senso da Delegada Socorro Bezerra, constatou que o nosso colega não havia cometido qualquer ilegalidade, muito pelo contrário estava sendo vítima do abuso de autoridade por parte dos PM, que inclusive os advertiu da ilegalidade e do excesso cometido. Tal fato já foi levado ao conhecimento da Corregedoria da Policia Militar para apurar e ao final punir exemplarmente esses maus policiais
O SINPROFAR reiterar a confiança na Polícia Militar e a certeza de que a prática adotada pelos referidos policiais militares trata-se de atitude isolada, não representando a proposta nem a forma de trabalho da corporação, formada por policiais honestos e comprometidos com a função de servir ao estado e proteger os cidadãos, não podemos aceitar a violação de princípios constitucionais tampouco qualquer atentado contra o estado democrático de direito.
As autoridades responsáveis pela segurança pública no Estado do Pará têm o dever de apurar o ocorrido e punir exemplarmente o responsável, bem como evitar que fatos lamentáveis como esse voltem a se repetir e tornem-se rotina na vida dos cidadãos.
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